Mostrar mensagens com a etiqueta doenças cardiovasculares. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta doenças cardiovasculares. Mostrar todas as mensagens

DOENÇAS CARDIOVASCULARES - PREVENÇÃO


DOENÇAS CARDIOVASCULARES - PREVENÇÃO


A redução dos principais factores de risco e a manutenção de níveis adequados e de antioxidantes no organismo podem contribuir decisivamente para a prevenção das doenças cardiovasculares.

O dia Mundial do Coração foi criado para alertar as pessoas de todo o mundo para o facto da doença cardíaca e do AVC (Acidente Vascular Cerebral) serem a primeira causa mundial de morte, provocando todos os anos 17,2 milhões de vítimas mortais.


Em Portugal, as doenças cardiovasculares matam quatro pessoas por hora, sendo que, na maioria dos casos, são silenciosas e aparecem sem aviso. A prevenção e o diagnóstico precoce são, por isso, a melhor forma de contrariar esta realidade, ajudando a reduzir o risco de acidentes coronários (ataques cardíacos). A World Heart Federation quer passar a mensagem de que pelo menos 80 por cento das mortes provocadas por doença cardíaca e AVC podem ser evitadas se os principais factores de risco, como o tabagismo, hábitos alimentares pouco saudáveis e falta de exercício físico, forem controlados.


Adopte um estilo de vida saudável .


O aumento da incidência das doenças cardiovasculares deve-se, em grande parte, ao abandono progressivo da tradicional dieta mediterrânica, ao stress resultante do ritmo de vida cada vez mais agitado, à falta de actividade física regular e aos elevados índices de tabagismo que são característicos dos portugueses. Perante um panorama tão preocupante como este, a promoção da saúde e a prevenção deste tipo de doenças toma-se uma prioridade. A atitude preventiva passa pela adopção de um estilo de vida saudável, que inclua uma alimentação equilibrada, a prática regular de exercício físico (como é o caso de muita gentes do ginásio de Canas de Senhorim) e uma vida sem tabaco. A redução dos principais factores de risco e a manutenção de níveis adequados e de antioxidantes no organismo podem contribuir decisivamente para a prevenção das doenças cardiovasculares. Como os sinais não são facilmente identificáveis ou detectáveis pelos exames convencionais -segundo o estudo Framingham Heart Study, do National Heart, Lung and Blood Institute, “cerca de 50 por cento dos homens e 64 por cento das mulheres vítimas de morte súbita devido a doença coronária não tinham quaisquer sintomas da doença” - mostra-se fundamental apostar numa medicina preventiva e em estratégias de prevenção.
Leia Mais...

DIA MUNDIAL DO CORAÇÃO - NUTRIÇÃO


DIA MUNDIAL DO CORAÇÃO – NUTRIÇÃO

Comemora-se HOJE dia 28 de Setembro o Dia Mundial do Coração, uma data instituída por todas as organizações que fazem parte da Federação Mundial do Coração, em mais de 1oo países. Este ano, o lema escolhido para assinalar a data é “Trabalhe o Seu Coração” e, nesse sentido, falámos com alguns especialistas para tentarmos perceber quais as principais medidas que devemos adoptar em prol da saúde do nosso coração, nomeadamente no que à alimentação diz respeito.
Para o Professor Fernando de Pádua, cardiologista e presidente da Fundação a que deu o seu próprio nome, “nós somos o que comemos. Tal como qualquer outro motor o nosso coração precisa de ser alimentado para trabalhar, mas ao fornecermos energia ao nosso coração não o podemos fazer de qualquer forma, temos de nos alimentar de maneira a não prejudicar o resto do nosso organismo. E por isso que desaconselhamos totalmente as dietas nas quais alguns alimentos ou grupos de alimentos são completamente abolidos”. Corroborando esta ideia, a nutricionista Florbela Mendes acrescenta que “a dieta mais indicada para manter um coração saudável é uma dieta rica e equilibrada, que inclua todos os grupos de alimentos, privilegiando os produtos de origem vegetal e limitando o consumo de carne e de peixe”. São várias as doenças cardiovasculares directamente associadas a uma má alimentação, nomeadamente a aterosclerose, o enfarte do miocárdio e o acidente vascular cerebral porque uma dieta rica em gorduras saturadas e em colesterol faz com que estas substanciam se depositem nas artérias e passem a fazer parte da circulação sanguínea. “Para além da qualidade dos alimentos que são dados ao nosso coração, há também que ter em atenção a sua quantidade.
“A dieta para um coração saudável tem de conter sempre pouca gordura saturada e ser rica em frutas e Legumes” Florbela Mendes - Se começamos a engordar, isso significa que estamos a dar mais energia ao coração do que aquela que ele necessita”, adianta Fernando de Pádua, acrescentando que “uma pessoa não deve pesar mais do que o número de centímetros que tem acima do metro, ou seja, se uma pessoa tiver um metro e sessenta centímetros não deve pesar mais de sessenta quilos”. Em termos nutricionais é importante não esquecer que uma alimentação equilibrada deve conter proteínas, hidratos de carbono e gorduras, privilegiando as gorduras boas, ou seja, as insaturadas (monoinsaturadas e polinsaturadas) e tentando abolir as más, também conhecidas por saturadas.
“A dieta para um coração saudável tem de conter sempre pouca gordura saturada e ser rica em frutas e legumes, porque têm poucas calorias e a vantagem de serem produtos extremamente ricos em vitaminas e fotoquímicos, que protegem o nosso organismo não só de doenças cardiovasculares, mas também de muitas outras”, refere a nutricionista Florbela Mendes, defendendo também o aumento do consumo de peixe em detrimento do consumo de carne.
“O tipo de peixe que se consome é relativamente indiferente. Tanto a carne como o peixe contêm uma proteína semelhante, a diferença está no tipo de gordura de ambos, uma vez que o peixe tem menos gordura do que a carne e a pouca gordura que contém é mais saudável. Em relação à carne devemos sempre preferir as carnes mais magras, ou seja, as de aves e as de partes específicas do porco, tais como o lombo ou a costeleta, tendo sempre o cuidado, em qualquer um dos casos, de retirar toda a gordura que se consiga ver. Quanto à carne de vaca, tem uma gordura mais suspeita, porque está espalhada dentro da fibra muscular do animal e é quase impossível de retirar”.
No que respeita aos temperos, Fernando de Pádua é peremptório, “a melhor gordura para temperar e cozinhar é o azeite, mas não nos podemos esquecer que este também faz, mal ao coração se for consumido em excesso”.
Por outro lado, “o sal não é um condimento essencial à nossa alimentação e, como tal, pode muito bem ser substituído pelas ervas aromáticas”. Fernando de Pádua vai mesmo mais longe. “Cada um de nós deve saber e poder recusar um prato que tenha sal. Essa é aliás uma questão pela qual nos estamos a bater e instituímos até a semana sem sal nos restaurantes. A ideia é que, se quando nos servem um café ele ainda não traz açúcar e cabe-nos a nós decidir se o queremos com açúcar ou não e em que quantidade, o mesmo se passe em relação ao - sal. Nem sequer deveria ser preciso colocar saleiros na mesa, se as pessoas quiserem colocar sal na sua refeição cabe-lhes a elas pedir que lhe tragam o sal, não pode ser um tempero imposto. Um bom gourmet gosta do sabor dos alimentos e esses não são possíveis de saborear quando temperados com sal”.
A alimentação tem de facto um peso - importante na saúde do coração, mas deve ser conciliada com outras·) práticas saudáveis, nomeadamente 3 com o exercício físico, o consumo - regrado de bebidas alcoólicas e a ) abolição do tabagismo..
MEXA-SE PELA SUA SAÚDE...
PRATIQUE ACTIVIDADE NO NOSSO GINÁSIO CORPÓREO DE CANAS DE SENHORIM...
VENHA VER PARA QUERER...
Leia Mais...

GORDURA TRANS


Gordura trans proibida na Califórnia.
A Califórnia poderá tornar-se o primeiro Estado nos EUA a proibir que, na preparação de alimentos, cafés e restaurantes utilizem gorduras trans, um produto que, apesar de tornar os alimentos mais crocantes e de aumentar seu prazer de validade, pode contribuir para doenças cardíacas e é considerado um factor de risco para a obesidade. Com esse objectivo prevê-se que, a partir de 2010, restaurantes. hospitais e instalações com áreas de preparação de alimentos abandonem” óleos, margarinas e outros produtos que contenham gorduras trans.
Leia Mais...

Nutrição - Combate à Hipertensão

Nutrição - Combate à hipertensão



A tensão arterial é um dos principais factores de risco de doença cardiovascular - a que mais mata em Portugal, responsável por cerca de 40% de todas as mortes.
A alimentação típica não ajuda: "genericamente abusa-se do sal - é dramático", afirma Alexandra Bento, presidente da associação de nutricionistas.
Os cogumelos são ideais para hipertensos. "São riquissimos em potássio, que contraria o efeito adverso do sódio (ou do cloreto de sódio que é o sal de cozinha), logo, ajudam a reduzir a tensão arterial. Além disso, têm pouquissimas calorias - 100 gramas, sensivelmente um quarto de prato, podem não chegar às 30 kcal", explica a nutricionista.
Ricos em proteínas, água, sais minerais e vitaminas, pode comer-se cogumelos à vontade - crus, directamente da lata ou cozinhados (de preferência com pouca gordura): "A quantidade é liberal, não há por que pensar-se em doses pequenas". Depois do prato com cogumelos coma uma pêra (é uma das frutas com mais potássio, a banana tem mais, mas também é mais calórica) e tem a refeição ideal para ajudar a controlar os níveis de tensão arterial.
Contudo, não se esqueça do nosso lema:

Mexa-se Pela Sua Saúde...
Leia Mais...